MJ
Maio 28, 2025

Foi num daqueles fins-de-semana em que tudo parece alinhado: céu cinzento, ar fresco e um castelo medieval só para nós. Eu e a MJ precisávamos de tempo longe do mundo — e ali, entre paredes que tinham assistido a séculos de história, criámos a nossa.
O castelo, embora restaurado, mantinha aquela rudeza de outros tempos. Escolhi a torre norte, mais isolada, de pedra nua e com uma mesa antiga ao centro. Assim que entrámos, fechei a porta atrás de nós. MJ sabia o que isso queria dizer. Vi logo o arrepio a percorrer-lhe a espinha.
— Tira a roupa. Devagar. E não digas uma palavra.
Ela acenou com a cabeça, os olhos baixos. Começou a desapertar os botões da camisa de linho, um a um, deixando à mostra a pele clara e os seios firmes, que se moveram ligeiramente quando a camisa caiu ao chão. A visão dela ali, de corpo exposto e alma entregue, fazia-me ferver por dentro. Os mamilos já estavam eriçados — não pelo frio das pedras, mas pela antecipação. Pela minha presença.
Aproximei-me e levei as mãos aos seus seios. Segurei-os com firmeza, como quem afirma posse. Depois passei os polegares devagar sobre os mamilos, sentindo-os endurecer ainda mais ao meu toque.
— Estás sensível aqui, MJ?
Ela respirou fundo, contida, mas o corpo traía-a. Puxei-lhe os mamilos entre os dedos, com força medida, só o suficiente para a fazer gemer baixinho.
— Gosto de te ver assim. Frágil. Mas cheia de desejo. Venda-te!
Passei-lhe uma venda para as mãos. Com movimentos lentos e provocadores, a MJ vendou os próprios olhos e mostrou-se ainda mais sensível ao toque. A todos os meus gestos, respondia com gemidos. Mesmo quando usava alguma força, as respostas no corpo dela eram sempre positivas.
Ajoelhou-se sem que eu mandasse. Isso deixou-me ainda mais excitado. Adoro quando ela antecipa o que quero. Pegou-me com cuidado, mas com vontade, e levou-me à boca. Fechei os olhos. A humidade e o calor dela envolviam-me por completo. Segurei-lhe a cabeça com uma mão, e com a outra voltei aos seios. Era como se cada parte do corpo dela estivesse ali para me servir — e ela gostava disso. Queria isso.
Quando a puxei para me seguir até à mesa de pedra, já a respiração dela estava descompassada. Inclinei-a sobre a superfície fria, deixando os seios roçarem contra a pedra. Sabia que esse contraste entre frio e calor a deixava louca. Passei-lhe as mãos pelas costas, descendo lentamente, até lhe dar uma palmada firme no rabo. Ela mordeu o lábio, mas não protestou. Abri-lhe as pernas, puxei os quadris para mim, e entrei nela com um só movimento, fundo e decidido.
A mesa podia ser dura, mas a forma como MJ se oferecia fazia esquecer tudo à volta. O som da pele contra pele ecoava pela torre como se o próprio castelo aprovasse. Inclinei-me sobre ela e, sem parar os movimentos, levei as mãos novamente aos seus seios. Apertei-os, puxei-lhe os mamilos, senti-lhe o corpo tremer.
— Os teus mamilos estão a pedir por mim tanto quanto a tua boca. Sabes disso, não sabes?
Ela assentiu com um gemido abafado.
Quando finalmente me deitei com ela no divã, os corpos colados, senti-lhe o peito a subir e descer rapidamente. Os mamilos continuavam rígidos, sensíveis. Passei-lhes a língua, um a um, como a selar a noite. Como a lembrar-lhe que cada pedaço do corpo dela me pertencia.
— Foste perfeita, MJ. E amanhã, quero-te ainda mais minha.
Ela encostou-se a mim, satisfeita, mas já a imaginar o que eu lhe prepararia na capela.